quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Raciocínio clown nº1

Sabe aquela pessoa que adora colecionar coisas? Tive contato com uma delas. Coleciona canetas. Contou-me que ganhou uma linda, com um tubo extra para efetuar uma possível recarga. Mas com um olhar baixo e uma voz que aos poucos quase sumiu, revelou que foi roubada. Lamentei [como quem tenta ajudar de alguma forma]. "Mas logo você ganha outra". Expliquei-me com mais alguns bla, bla, blas...

O brilho volta ao olhar, o tom de voz aumenta, e conclui dizendo não se importar, “pois quem a levou de mim precisará voltar, afinal, quando acabar a tinta, terá que vir buscar o tubo da recarga que ficou comigo” [?].



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Humpf... cancelando cartão de crédito!

Hoje me aproveito de um "post" do Carim, amigo e humorista de São Paulo.

[ao telefone]
“Pois não sr, com quem falo?”
“Oi meu nome é Carim…”
“Como Sr?”
“Carim e eu quero cancelar o meu cartão”;
“Seu Carlinhos, o Sr. tem certeza?”;
“Tenho sim, e meu nome é Carim”;
“E qual seria o motivo, seu Ary?”
“Eu não quero mais, só isso. E meu nome é Carim”
“Mas o Sr. sabe que o nosso cartão é aceito no mundo inteiro?”
“Sei sim”
“E o sr. paga só após 30 dias da utilização e tem limite de R$ 2.000,00″
“Sim, eu sei.”
“E mesmo assim o sr. quer cancelar?”
“SIM”
“Mas eu não entendo, Xuxu, digo, Carlinhos…”
“É que eu não saio muito e não tenho usado muito esse cartão…”
“Mas pq não sai, bebê?”
“Eu briguei com a minha namorada e tô meio recluso”
“Ah, mas não pode ficar curtinho fossa… um cara como vc…”
“Vc não me conhece…”
“Vc q pensa. Vc tem 33 anos, é advogado, ator, tem uma renda mensal de R$ 6.000,00, tem 1 carro, 1 apto, 2 tvs e viaja muito, não é?”
“É”
“Eu te conheço e muito. E não vou deixar vc cancelar o nosso cartão, que é aceito em mais de 73 paíse, pra ficar curtindo uma fossa. Hj às 21:00 me pega na marginal, que a gente vai usar esse cartão…”
“Mas…”
“Tenha uma boa noite sr. Carlinhos…”

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Horti-fruti em queda

Expressões que utilizam elementos horti-fruti, quer sejam para ofender ou elogiar, devem ser reavaliadas. Talvez seja interessante você aceitar, pois horti-fruti é algo razoavelmente caro.

Me explico! Caso mandem você “plantar batatas”, não se ofenda de início, avalie a situação. Quem sabe vale a pena plantá-las. Fui ao mercado semana passada e 1kg do tubérculo custava R$ 2,80. Tudo bem que o lucro maior talvez não seja do produtor, mas então, vá revender.

E se chamarem você de “seu banana”? Nesta mesma ida ao mercado, vi a banana por R$ 3,30/kg. Concluo assim, que estas formas de xingamento, não estão mais relacionadas ao baixo preço do produto, mas talvez por que a pessoa não goste do sabor do alimento, e por conseqüência, associe com o “não lhe querer bem” por algum motivo.

Agora, uma coisa que nunca entendi, é como podem chamar uma bela jovem de “chuchuzinho” [?]. Este sim, a meu ver é um fruto sem graça e sem sabor. Imagino que para ficar “boa” a bela jovem, eu precise temperá-la. Sim, por que só com muita manteiga, salsa, cebolinha, pimenta e sal para o chuchu ficar saboroso. Não é a toa que elas se ofendem quando assim as chamamos.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Na dúvida, pergunte!

É comum eu sair nas belas manhãs [nas feias também], para passear com meus dois cãezinhos, para que eles possam fazer suas necessidades fisiológicas. Até aí, como podem imaginar, tudo bem, certo?

Mais ou menos!

Se você é como eu, que gosta de observar as pessoas e os fatos que nos rodeiam, preste atenção no episódio que tentarei descrever com a máxima fidelidade.

Parado diante de um gramado próximo a minha casa, estou eu com os cães acima mencionados, já com uma sacola plástica em mãos. Pacientemente esperando que façam o seu “coco” matinal. Observo em quanto isso, o movimento ao redor, afinal, não é uma cena muito agradável ver um objeto roliço deslizar por aquele anel rosado. Na outra extremidade da quadra, lenta e de forma bucólica, caminha uma senhora bem franzina. Vem se aproximando, e não tira os olhos dos dois animais. Preconceituosamente, confesso, pensei que iria me perturbar com comentários estereotipados comuns de se ouvir pra quem tem cães e caminha com eles pelas ruas e não tem o habito de recolher os respectivos excrementos.

Muito simpática, me olha nos olhos e sorri. Olha os cães e sorri. Volta o olhar para mim e com uma voz baixa e suave exlama:

- São dois cachorrinhos, né?

Balancei a cabeça de forma positiva. Ela sorri, volta o olhar para frente e segue caminhando.

Gostaria de ver a minha “cara”. Só lembro de ter dado um sorriso como resposta, junto com o movimento da cabeça. Sem conseguir pronunciar uma palavra, dei uma gargalhada, recolhi o “coco” que a esta altura já estava largado pelos meus lindos animais, e também segui a caminhada.

Fico tentando imaginar até hoje o que mais eles poderiam parecer.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Acordo Subliminar de Comportamento

Uma das coisas que mais gosto de observar são os acordos implícitos nas relações entre casais. Por vezes a forma como agem um com o outro, pode parecer tosca ou até incoerente, mas quem observa de fora, não tem noção de quão afinados podem estar, e por isso, não é em vão, que este suposto casal está junto a tantos anos.

Semana passada um amigo/aluno me contou uma cena que presenciou. O diálogo é simples, mas no mínimo chega a ser cômico e reflete o “acordo de casais”.

[dentro de um carro, a caminho de casa]

Esposa – oh, bem que a gente podia ir lá, né?

Marido – não, deixa pra lá.

Esposa – vâmo!

Marido – para com isso.

Esposa – mas, só um pouquinho.

Marido – não precisa.

Esposa – vâmo lá.

Marido – não, e chega!

Esposa – a gente podia ir lá.

Marido – não.

Esposa – só uma visitinha.

Marido – pra quê?

Esposa – conversar um pouco.

Marido – não, já disse...

Esposa – olha lá, a luz ta até acesa.

Marido – ah, logo, logo eles apagam.

[?]

Vai entender o tipo de acordo que este casal tem. Sem mencionar a linha de raciocínio do marido.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Quem está “fora de área”?

Recentemente o celular da minha esposa ficou “fora de área”, quase o final de semana inteiro. Sabe, na tela do celular, aqueles “risquinhos” que ficam próximos ao desenho de uma “anteninha”? Não indicava nenhum. Ela, assim como eu, achamos isto um tanto quanto estranho. Mas não demos muita atenção, afinal, ela já está de “saco cheio” com a operadora e vive reclamando que o aparelho é muito ruim. Daí o fato de não estranhar. Porém, ela teve a idéia de perguntar para uma amiga, que usa a mesma operadora de telefonia, se ela também identificou este problema. A amiga não entendeu direito a pergunta, então minha esposa perguntou se os “risquinhos” próximos a “anteninha” estavam aparecendo. - Ah, não! Meu celular é desses mais modernos, nem tem antena. O vendedor me explicou que ela fica na parte interna do aparelho. [?]

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Todos são assim?

A famosa expressão “os opostos se atraem” realmente faz muito sentido. Pra que algo mais oposto que homem e mulher? Tudo bem que se completam deliciosamente, mas isso é outra ramificação do assunto, e que não vem ao caso no post de hoje. É comum eu estar com casais de amigos [e olha que não são encontros promíscuos], e ouço com freqüência as mulher combinarem em ter filhos todas juntas, no mesmo período. Suspiram com um leve, suave e delicado brilho no olhar: Seria tão romântico! Fico só imaginando se os homens fizessem isso também. Adorariam ter os filhos também todos juntos. No mesmo instante eles já olham pra esposa do colega, desejando que fosse junto desde o momento da concepção, na mesma data, horário e local. Uma grande suruba. Nós somos terríveis!


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